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Yeshua

sexta-feira, 9 de abril de 2021

 22/01/21

Adeus meus sonhos, ou até breve aonde o instante se torna presente no presente ilusório de um devaneio tão lindo que parece um vagalume pairando pelo ar, desenhando mil formas na escuridão, e que fazem seus olhos brilharem por tamanha maestria da natureza, fazendo Luz na escuridão com apenas um inseto. E ele é tão lindo, que sequer consegue descrever o que se vê. Só restam as evolução e a gravidade de Newton com a loucura de Sócrates que não era nada mais além da Sanidade insana de uma época em que as pessoas tinham medo de sonhar com aviões mecânicos por serem impossíveis, enquanto Dummont sempre rabiscava a alma com os poemas mais dolorosos e impetuosos, Cruz e Souza chorava nas entrelinhas pedindo pelo amor perdido de si mesmo, Poe o entendia e pelo corvo imortalizou aquilo que sentia pois tinha entendido o que verdadeiramente vale a pena na vida, a pena do corvo, que perpetua pela eternidade, pois o amor é mais forte do que a morte. Florbela de tão bela se espancou com todas as dores do mundo que podia sentir enquanto Van Gogh se despedaçava em sem jardim de Girassóis querendo ser Sol acabou se queimando em sua própria Luz, e Pessoa se dividiu em quatro para tentar entrar por todas as vertentes da existência apenas para mostrar que era um só, explodindo pelo universo e ecoando nas invenções de Da Vinci, que via o mundo a frente e não tinha medo de falar, afinal suas armas haviam vendido e sua alma se perdido por ter ajudado na guerra quando só queria ser o sorriso oculto de Monalisa.
E o silêncio.
E a arte.
E a morte.
E a eternidade.
Pode ser arte de comida
Renata C. Kamarowski, Nilton Elias e outras 5 pessoas

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