
Eu vi estrelas- e assim passei a senti-las e entende-las ao passo que olhei no espelho e enfrentei aquilo que outrora julgava ser humanamente impossível já que as barreiras foram engrossando cada vez mais, e mesmo olhando assim, de soslaio, encontra-se uma terna esperança, mas uma sutil insegurança de não saber ao certo aonde tudo vai chegar, apenas sei que hoje acordei com medo, medo do mundo e medo de tudo, que este possa ser utilizado para impulsionar e não afundar. ainda existem sonhos, e sempre vão existir, cascatas de resenhas que vão desenhando de forma doce no céu de algodão azul, as mais doces melodias , mesmo que trágicas, da menina que roubava livros.
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