
algumas regalias são impostas e de repente o mergulho é inevitável. não se estava preparado o suficiente para cair nesse poço novamente, mas até mesmo o mais preparado nunca esta suficientemente preparado para a scoisas, mesmo quando avisadas com antecedência. a vida começa a fazer seu papel desenhando sobraduras que se alto denominam e assim vão restropectivamente desencadeando tantas coisas que sequer conseguimos compreender por tamanha complexidade. pedaços de memórias que vão desenvolvendo-se ora de um lado e ora de outro e como sempre o desejo de perpetuar-se de uma forma segura, embora o lado mais complexo seja no final das contas aquele que remete-se ao espelho de forma única. Perguntas que vão moldando dias e extendendo noites em uma simetria inigualavel, de forma a embrulhar não apenas estõmagos, mas também enrolar corações, memórias e sonhos. Tudo o que deve acontecer, no final das contas acontece quando permitimo-nos viver, mas afinal o que realmente deve acontecer? e se o que tiver que acontecer for guiado pelo caos? deve acontecer? o que é real e o que é temporario[ tudo bem que a relação proposta pode ser inversamente proporcional] , mas qual seria o caminho certo?´[ e do mesmo modo o caminho certo pode-se tornar o caminho errado].
Precisava na verdade pegar aquele par de asas e voar pela cidade, precisava respirar... precisava apenas ter alguma certeza de que no final das contas tudo será uma questão de tempo, ou se o tempo é que vira a questão, e perpetue aquilo que é verdadeiro pelos jardins do meu coração.
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