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Yeshua

sábado, 18 de dezembro de 2010

Aonde estas? tu que sempre fora frequente na frequência eloquente? e nos dias de frio fazia a neve tranformar-se em vento quente?
Dedos que riscam o chão com a tonalidade da ferida gritam em nome do seu calor.
Pessoa da minha vida. Olhos que me preenchem. Abraços que levam-me para longe de toda a dor frequente.

Eu preciso, como sempre clamei, e preciso precisar assim como ouso dizer que amo amar e odeio longe estar.

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