
a sua escolha é o seu caminho, o seu caminho é o seu desejo, o seu desejo é a sua sina, a sua sina é o seu vício, o seu vício é a esperança.
Pequenas pegadas. e o vento uivante vai mostrando-nos que atraves do tempo e da memória as coisas vão seguindo de maneira única. as vezes o receio sobre a anciedade torna-se pardo como um pôr-de-sol sem nexo. as nuvens então dançam nos céus formando as mais diferentes formas, assim como os pensamentos. a síntese sempre é a mesma, mas as formas reciclam-se. e assim prosseguem os dias. na correria, mas sempre a base de sonhos.
simples como uma brisa. pensamentos que entoam mais pensamentos.
tempo. e em meus cabelos, ou com a queda de vida relativa de cada um deles esculpe-se a realidade evidente que cada um de nós sabe mas no fundo teme. o tempo passa voando e quando se vê o que hoje era realidade firme e eterna, esvaece e outras coisas vão se reconstruindo, se recompondo conforme a dança perpetua. [ e sempre a dança... sempre!] existem pequeninos fragmentos que fazem de você alguém mais forte. provas e mais provas. lábios secos esperando o toque suave da água que ha de poder entende-los. a sede de vida hoje abre seu grandioso sorriso e continua a encher o coração que por tanto tempo permanece esperando o seu complemento de forma verdadeiramente eficaz. não existe negação ou desprazer do que existe, e sim uma grandiosa felicidade que preenche tanto o qual jamais sonhara ser preenchido novamente como no ultimo outono aonde as folhas cairam pela ultima vez daquela forma. esperança, esse se tornou meu novo vício. esperança em vida, esperança Nele, esperança em mim.
[compulsiva.impulsiva.reprimida.medrosa.] abra seus olhos minha doce cinderela e olhe-se de verdade para dentro de si. não veja apenas aquilo que lhe parece o pior, algo de muito bom existe em você, mas é preciso que você veja para que seja. chega a tornar-se cômico... mas o fato é que no fundo do mundo você só não quer ser machucada novamente. as vezes é como se tivesse realmente que ficar sozinha. tantos conflitos tudo tem gerado, tantas coisas a qual não pode-se entender, embora exista algo forte, e por tras algo mais forte ainda embalando seus sonhos e sonos. pelo que deve-se lutar realmente quando a sua própria vida torna-se o maior de todos enigmas? [ ninguém me entende] ou eu que não me entendo verdadeiramente? mesmo depois de tantas análises, é como se a cada descoberta concreta existisse uma mutação constante. mais do que a borboleta tanto citada. é diferente, por eu ser diferente, por eu sentir diferente, por eu sonhar diferente.

